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EDUCAÇÃO
UM PRODUTO: A EDUCAÇÃO ARIANE FARIA “...Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; garantia de padrão de qualidade...”, esse é um fragmento da lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 dos princípios e fins da educação nacional. As instituições de ensino pública e privada devem seguir leis e padrões para abertura e funcionamento, fazendo valer os direitos e deveres dos estudantes. Para a estudante de pedagogia, A. F. P., 41, as escolas privadas não estão respeitando os direitos dos estudantes, para ele os professores não tem qualificação necessária para ministrar as aulas, pois as universidades buscam por profissionais sem experiência e com pouca qualificação, para oferecer salários menores. Segundo o MEC (Ministério da educação), as instituições de ensino públicas e privadas devem conter em seu corpo docente, uma porcentagem de bacharéis, especialistas, doutores e mestres, e são fiscalizadas através de órgãos como o CEE (Conselho estadual de educação), que verificam junto a escola ou universidade, e também através do currículo lattes que informa o grau de qualificação do professor. Segundo o sócio e diretor institucional de uma universidade, M. A. L., 48, hoje as instituições de ensino privadas tem que competir, pois o mercado da educação está crescente, e quem não tem algo a mais para oferecer perde alunos e acaba fechando as portas antes mesmo de formar alguma turma. “As pessoas estão em busca de preço baixo, qualidade e reconhecimento da instituição e do mercado de trabalho, é difícil conciliar tudo isso, sempre se perde em algum lado, mas o importante é competir mostrando o que se tem de melhor, para não perder espaço no mercado da educação”, disse ele. Segundo o universitário, L. C. B. , 21, a educação se transformou numa moeda de troca, num produto. “O vestibular é um bom exemplo disso, pois as provas são muito fáceis, qualquer pessoa pode passar, principalmente pessoas com o mínimo conhecimento possível. Isso faz com as faculdades percam a credibilidade, pois mostram que querem encher as salas e ganhar dinheiro”, disse o estudante. A coordenadora de ensino e pedagoga, R. O., disse que o ensino deve estar aberto para todos como consta na lei nº. 9.394 da educação. Segundo ela as pessoas buscam ingressar no ensino superior em busca de crescimento pessoal e profissional, outros apenas pelo diploma, o vestibular é um sistema ultrapassado de inserção de uma pessoa na faculdade, pois não mostra claramente suas aptidões, todo o sistema educacional deve ser mudado, acho que a mudança deveria ser feita desde a pré-escola reformulando todo sistema educacional, em busca padrões de qualidade no ensino brasileiro. Propagandas de conscientização sobre a educação são feitas pelo Contee (Confederação nacional dos trabalhadores em estabelecimentos de ensino) e por órgãos sindicais, uma delas é a “Educação não é mercadoria”, que fala sobre a venda instituições brasileiras para empresas internacionais, fazendo com que a qualidade de ensino caia e a concorrência aumente. Cerca de 1.000 instituições de ensino privadas correm o risco de fechar as portas até 2014, segundo o MEC, muitas por irregularidade nas bases de ensino, e outros por não conseguirem formar turmas. O MEC garante que a fiscalização das instituições de ensino superior será mais rigorosa, a fim de padronizar e fazer com as instituições cumpram as leis de diretrizes básicas da educação.
Escrito por ARiAnE às 10h51
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PERDI 6 ANOS...
"...perdi 6 anos..."
Com brigas, desentendimentos, injurias...
"...perdi 6 anos..."
de alegria, amor, companheirismo!
MAS SE TUDO NÃO FOSSE ASSIM , EU NÃO SERIA O QUE SOU HOJE!
OBRIGADO PAI!
+ 20/11/08 IN MEMORIAN CARLOS ANTÔNIO ALVES PEÇANHA
Escrito por ARiAnE às 12h06
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